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História e Missão da Associação

Informações Gerais sobre a Força Invicta

Força Invicta

Última atualização há 10 meses

Como surgiu a Força Invicta? A Força Invicta foi fundada em 18 de setembro de 2004 por um grupo de Oficiais da Polícia Militar da Bahia que se reuniam regularmente na Vila Policial Militar do Bonfim. Esses oficiais buscavam soluções autênticas para os problemas enfrentados pela categoria, insatisfeitos com as medidas implementadas até então.


Como foi o processo de criação da Força Invicta? A criação da Força Invicta foi formalizada em uma Assembleia Geral no auditório do Colégio da Polícia Militar – unidade Dendezeiros, com a aprovação do seu Estatuto. Inicialmente, a associação contava com 126 oficiais.


Quem foram os primeiros presidentes da Força Invicta?

  • O primeiro presidente foi o Capitão PM Silvio Correia, que permaneceu por dois mandatos e ampliou o número de associados para mais de 1.300 oficiais.
  • O segundo presidente foi o Tenente Coronel PM R/R Edmilson Tavares Santos, que também permaneceu por dois mandatos e elevou o número de associados para 3.300.


Qual o reconhecimento público da Força Invicta? A Força Invicta foi reconhecida como de utilidade pública municipal pela lei nº 7.489, de 20 de junho de 2008. A entidade é uma instituição sem fins econômicos, apartidária, de caráter civil, com duração indeterminada e personalidade jurídica própria.


Quais são os objetivos da Força Invicta? Os objetivos estatutários da Força Invicta incluem o fortalecimento da classe, a representação dos associados nas esferas político-administrativa e judicial, a defesa de interesses comuns, e a promoção de intercâmbio cultural, social, esportivo, recreativo e artístico.


Quem é o atual presidente da Força Invicta? Atualmente, a Força Invicta é presidida por Igor Rocha e Alisson Soares. Sob a gestão atual, a associação conta com aproximadamente 4.500 associados. O foco da gestão é continuar promovendo discussões sobre os rumos da Instituição e da Oficialidade, além de destacar o trabalho dos oficiais para melhorar o reconhecimento junto ao Governo do Estado e à sociedade.

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